Descrição
Amazonas e Templários
Chave 01 — Fase I: Ébano · O Chamado do Mistério
Amazonas e Templários é uma fantasia histórica espiritualizada que explora a integração entre o Sagrado Feminino e o Sagrado Masculino.
Por meio de rituais, símbolos ancestrais e alianças espirituais, a narrativa conduz o leitor por uma jornada de descoberta, equilíbrio e reconexão com forças complementares que atravessam culturas, tradições e épocas.
Nesta Chave, o mistério não reside apenas nos acontecimentos externos, mas na compreensão de que toda transformação começa pela união dos opostos.
Em Amazonas e Templários, espiritualidade, força interior e equilíbrio energético se entrelaçam ao longo da narrativa. Henry e Maíra lideram uma poderosa cerimônia espiritual. Ao lado de templários que empunham suas espadas como símbolos de fé e proteção, surgem também as divindades Iara e Salamandra, que realizam batismos sagrados com energias dourada e prateada, representações vivas do Sagrado Feminino em sua expressão mais elevada.
A presença marcante de Anahí, mulher amazona que personifica força, sabedoria e conexão com as ancestralidades, traz à narrativa um discurso de empoderamento feminino. Por meio de rituais com espadas, escudos e batismos, a história consagra não apenas a energia feminina, mas também a união amorosa e harmônica entre os princípios masculino e feminino.
Palavras-chave: integração, ancestralidade, equilíbrio, simbolismo e espiritualidade.
Sobre o Códice das 24 Chaves
Esta obra faz parte do Códice das 24 Chaves, um universo literário composto por histórias interligadas.
Cada livro pode ser lido individualmente. Juntos, os livros formam uma jornada pelas diferentes fases do Códice: Ébano, Prata, Dourado, Bronze e Púrpura.
Complementos da obra
Os complementos são opcionais e podem ser adquiridos junto com o livro. Escolha os itens que deseja receber.
- chave feita com Petg resistente – 10 cm
certificado plastificado – 14×21 cm - mapa – 28×42 cm











rkovac –
Escritora: Marília Barga
É muito difícil encontrarmos na literatura utopias e o livro retrata isso muito bem, sem forçar e parecer distante, a sociedade vive bem com os recursos que possui.
Eu acho que o livro deveria pesar 1kg, não 500 gramas. Gostei muito das índias, gosto de personagens femininas marcantes, acho que a Anahí cumpriu muito bem esse papel.
Gostei muito do modo que se quebrou o tabu sobre indígenas serem povos sem conhecimento e “atrasados”. A diversidade do fenótipo dos habitantes da aldeia foi muito interessante também.
O livro é muito fluído e a leitura não é cansativa. Lembra-me uma coleção que eu gostava muito chamada Vagalume, tinha vários livros de aventura.
Parabéns Kovac, esse livro mantém o teor filosófico, e consegue ser dinâmico, com um enredo mais informativo.
Esse livro enfatiza muito o poder feminino e a feminilidade em geral, gostei muito.